NBW084 – Ministérios do Temer 19/05/2016

Amigos do podcast NBW estamos de volta após nossas merecidas férias. Antes de mais nada deixamos claro aqui que o Barata não recebeu convite para assumir o cargo de ministro de Nutrição do governo Temer e por isso não aprovamos seu mandato.

Na edição desta semana falamos sobre os ministros do presidente interino do Brasil, Michel Temer, sobre a Cultura, José Serra e o presidente oculto do país, Eduardo Cunha.

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Barata

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  • Filipe Americo

    Fala NBWers,

    Muito bom o podcast como sempre.

    Tenho 3 pontos pra comentar:

    1) Eu compartilho do incômodo que o novo ministério causa, mas eu não esperava nada melhor. Se o Temer quiser apoio do congresso, precisa nomear estes caras, gostemos ou não. Se ele nomeasse só os notáveis, ficaria sem apoio no parlamento;

    2) O Ilan Goldfajn não é “banqueiro”. Ele foi economista chefe no Itaú, vindo de longa carreira pública, tendo passado pelo FMI. Os melhores profissionais do Brasil quase sempre trabalham nos bancos, que pagam mais. Eu não entendo o espanto. Quem deveria ser presidente do Banco Central, senão um economista com ampla experiência?

    3) Na discussão do Barata X Ulisses sobre Boas Intenções X Resultados, estou do lado do Barata. Além disso, a titulo de curiosidade, Milton Friedman tem uma frase muito famosa, sobre o tema: “One of the great mistakes is to judge policies and programs by their intentions rather than their results.”

    Apesar de discordar de vocês em muitas coisas (do Barata um pouco menos – hehe), ainda sim acho o NBW o melhor podcast de politica brasileira.

    Continuem o bom trabalho,

    Filipe

    • Ulisses Neto

      Fala, Filipe! Obrigado pelo comentário, cara! A questão do Ilan Goldfajn tem a ver com o que tentei dizer sobre ‘servidores vocacionados’. Não me causou surpresa a indicação dele. Um caso recente de presidente do Banco Central que também era banqueiro e que nem por isso deixou de ser aclamado por sua gestão é o do próprio Henrique Meirelles. Não sei se os melhores profissionais do Brasil estão necessariamente nos bancos, nem se eles realmente pagam mais. Ser banqueiro (ou bancário) deixou de ser sinônimo de prestígio há bastante tempo. Existem indústrias que pagam mais e com bem menos stress atualmente, desde as áreas de tecnologia como até mesmo no mercado financeiro, como os securitários, por exemplo. Enfim, o que quero dizer é que, na minha opinião, há um conflito de interesses gigantesco em colocar um sujeito que era economista-chefe do maior banco privado do país para controlar as regras e diretrizes que vão afetar diretamente o lugar de onde ele vem. Me parece difícil acreditar que não existam bons economistas e com ampla experiência atuando no setor público, ou até mesmo dentro do próprio Banco Central. Não consigo achar natural colocar a raposa para tomar conta do galinheiro, ainda que eu não tenha informação alguma que desabone o Goldfajn. Estou apenas levantando esse debate. Valeu por ouvir o podcast! Abração

    • Ulisses Neto

      Outra coisa: aqui na Inglaterra quem tem cargo de comando em banco é chamado de banqueiro. Por isso usei essa expressão. Não precisa ser necessariamente dono de banco! Mas a sua correção é pertinente já que no Brasil dizemos bancário. Abs!