NBW088 – Sérgio Machado, Temer, Marina Silva e as armas nos EUA 17/06/2016

Amigos do podcast NBW avisamos que não foi fácil decidir a pauta dessa semana. Vamos falar de política nacional? Claro! Mas, o que? Tudo! Pretensioso, não? Bom, vamos de Machado giratório, tia Eron, Temer, o injustiçado, Marina Silva na delação….e um pouco mais. Mas também não poderíamos deixar de falar das consequências que o atentado em Orlando provocou nas campanhas presidenciais de Hillary e Trump.

Prepare o seu drink (e o seu dramin, porque os temas são nojentos). Quem avisa amigo é! Vem com a gente!

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  • João Martins

    Muito bom quando tem NBW toda semana, mesmo sem juntar os três!

    Quando der pra encaixar em uma das pautas, aproveitando que temos 2 paulistanos e acho que o Ulisses já morou em SP também e ainda acompanha por aqui, gostaria de saber a perspectiva de vocês sobre a gestão Haddad (2012-2016) e como acreditam que a disputa municipal acontecerá. No fim será Haddad vs Dória? O que acham da parceria do Chalita com o Haddad? Erundina/Ivan Valente têm voz além da esquerda nessa eleição? Algum rosto novo para ficar atento?

    Abraço!

  • Karl Milla

    Caros Senhores da Guerra.

    Gostei da discussão sobre a política brasileira. Ficou evidente que não tem nada definido e que tudo pode acontecer. Boa notícia para os podcasts sobre política. Gostei que vocês enfatizaram que os ministros do Temer que estão caindo têm todos uma história antiga com o poder, mas, na minha análise, o fato de estarem caindo tem 100% a ver com o fato da Dilma estar sofrendo um processo de impeachment. Estou convicto que, se esse processo não tivesse sido deflagrado, não estaríamos vendo tanta pressão e fiscalização. Penso que isso se deve ao fato de que, agora, tanto os que pediram a cabeça da Dilma quanto os seus defensores estão unidos (temporariamente e por interesses diversos) nessa vigília.

    A respeito do massacre de Orlando, considero a discussão sobre o controle de armas no contexto dessa tragédia um despropósito, posto que as agências governamentais que deveriam vigiar as atividades de pessoas suspeitas falharam miseravelmente na sua avaliação de Mateen. Concordo que há uma permissividade excessiva em certos estados americanos, mas sou absolutamente contra um controle muito rígido sobre a venda de armas a cidadãos comuns pelo mesmo motivo que sou contra a proibição às drogas, ao aborto, ao casamento homossexual, entre outras restrições das liberdades individuais. É claro que o cunhado do Ulisses tem razão ao afirmar que certos criminosos são dissuadidos pelo simples risco de não saber se a possível vítima está armada ou não, afinal bandidos também tem senso de autopreservação (os maiores “mass shootings” ocorreram em “gun free zones” não por acaso). E também é óbvio que o combate à criminalidade não se restringe simplesmente ao controle ou proibição de armas, até porque se criminosos obedecessem a lei, criminosos não seriam. As drogas estão proibidas na grande maioria dos países do mundo, no entanto é um negócio zilionário, muito mais lucrativo até do que se fosse permitido, e o acesso a elas é relativamente simples em qualquer lugar. Orlando aconteceu não porque Mateen teve acesso fácil às armas, mas por causa de uma propensão à violência à serviço uma ideologia distorcida e perversa. Pode ser que ele tenha decidido agir por conta própria, mas suas ações estão sendo admiradas e reverenciadas por um número assustador de pessoas ao redor do mundo. Esse deveria ser o ponto central da discussão sobre Orlando.

    Abraços,
    Karl