NBW 140 – O machismo nas políticas do Brasil e do Reino Unido 09/02/2018

Amigos do podcast NBW, nesta edição 140 nós tivemos o prazer de receber a cientista política e host do podcast Elas Chutando a Escada, Débora Prado, para falarmos sobre a baixa representatividade das mulheres nas políticas do Brasil e do Reino Unido. Também temos na pauta o machismo dos nossos governantes e, claro, dos pré-candidatos à presidência da república.

*** Aos 4 minutos dessa edição o André erra ao falar que o ex-vice presidente da república, Marco Maciel, já morreu. Errado! Ele ainda está vivo. Desculpem o erro.

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Indicações da semana:

Débora Prado

Mulheres. Raça e Classe

As Sufragistas

Ulisses Neto

The Start

André Pontes

JEAN-MICHEL BASQUIAT

Chichico Alkmim

Chute 032 – Sexismo, Mídia e Política com Roberta Gregoli

Barata

CAS 438 | Subversive Samba

Música de encerramento

Caio no Suingue

4 COMENTÁRIOS

  1. Maneiro o episódio e a participação da Débora!
    Só pra bater de novo na mesma tecla, me incomodou uma fala do Ulisses:
    “Candidatura de mulher pra presidência talvez só tenha a Manuela D’Ávila(…)”
    E a Marina? O Ulisses tá ignorando de propósito? Hehehe
    Queria entender isso aí.

    Abraço!

  2. Beleza galera? Vcs são sempre minha primeira página quando entro no navegador, sou Ricardo Augusto Hoeppers (se pronuncia Repers) de Jaraguá do Sul – SC.
    Esse assunto mulheres x homens na política e em altos cargos tenho uma opinião que gera também uma grande dúvida.
    Essa situação é muito mais complexa, pois inicia na linha de frente, as famílias de baixa renda, que são a maioria da população.
    Veja por exemplo minha situação. Sou pai de dois filhos, menino de 2 anos e menina de 5 meses. Minha esposa sempre trabalhou antes de termos filhos,
    ganhava 70% do meu salário, eu sempre dei maior força, pois além de necessitar do $ que ela ajuda no orçamento familiar, ela (mulheres) precisa ter liberdade
    financeira para as coisas pessoais e também ter uma posição tão importante quanto o homem de ajudar no sustento da família.
    Mas assim que nosso primeiro filho nasceu iniciou a mesma maratona que todas as pessoas de baixa renda tem de passar, creche!
    Moramos em uma cidade onde não temos parentes nem ninguém de confiança para deixar nossos filhos em horário comercial, então eu pergunto,
    como que minha esposa irá continuar a trabalhar após licença maternidade de ridículos 40 dias sendo que meu filho conseguiu vaga com apenas aos 9 meses?
    Dessa forma fica evidente que na GRANDE maioria da famílias vão ser como eu (homem) que irá continuar a trabalhar enquanto minha esposa (mulher) é obrigada a cuidar dos filhos.
    Visto que uma creche particular na minha cidade em tempo integral inicia nos 650,00 e mesmo assim não possuem vagas!
    Essa situação faz uma família chegar ao ponto de iniciar uma batalha interna do tipo, – Eu (homem) que tenho que trabalhar todo dia, acordar cedo e você (mulher) só tem que ficar em casa cuidando dos filhos! Já me peguei algumas vezes pensando isso, com esse sentimento, mas felizmente tenho discernimento de saber que o motivo da situação financeira que estamos passando faz esse sentimento aflorar. Agora imagine uma família que não possui esse discernimento? No meio de uma discussão nossa, ela parou, pensou e disse, – Desculpa, estou nervosa, pois sempre trabalhei e tive meu dinheiro e enquanto a Heloisa (nossa tinha de 5 meses) não conseguir creche vou ficar sem ajudar em casa e muito menos sem poder comprar um creme para o cabelo pois isso pode interferir no nosso orçamento. Entendem? Como vamos fazer que as mulheres tenham uma grande representação em altos cargos e na política, se a maioria das mulheres não tem a tranquilidade de que no término da licença maternidade irá continuar a vida profissional ou estudar…., e com isso, manter a igualdade entre o casal? Estou sempre incentivando minha esposa a fazer cursos neste período para se manter ativa e para quando houver a tal da vaga, ela iniciar outra maratona….a procura do emprego! Grande abraço, sempre que puder quero colaborar com os assuntos.

  3. Eu parei aos 40min. para fazer o comentário abaixo e não havia escutado que a Débora havia feito o mesmo comentário que o meu, infelizmente minha percepção está correta.
    Pare o ônibus que quero descer! Grande abraço!

  4. Muito legal essa discussão toda do episódio!

    As pré-candidaturas estão complicadas, esse clima de falta de certeza em quem vai ou não concorrer, pensando na população em geral, é algo bem esquisito.

    E estou refletindo aqui sobre as colocações sobre machismo e tudo o mais.

    Tudo de bom a todos e parabéns pelo episódio.

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