NBW 060 – 07/07/2015

Merkdilma1

 

O que Angela Merkel e Dilma Rousseff têm em comum? As duas estão ferradinhas da silva. Que momento que as duas estão passando. Um momento, aliás, completamente oposto ao que o Obama está vivendo. Está voando, o presidente dos EUA.

Estas três personalidades mundiais são personagens importantes nesta edição do podcast NBW que fala da crise que passa a Grécia, a Europa e alguns chefes de estado.

Apenas degustem!

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19 COMENTÁRIOS

    • cara, que loucura… será que ele acha isso mesmo, ou só pegou a deixa pra fazer mais uma crítica ao governo? Bom, o que o Sardenberg esqueceu de dizer é que a maior economia do mundo, também conhecida como EUA, adotou exatamente o mesmo ‘conselho’ do Lula. Desde 2008 os EUA adotaram o caminho do estímulo e não da austeridade. Depois, ele vem tirar um barato dizendo que agora o Brasil está no caminho da austeridade, mas foi justamente o mesmo plano seguido pelo Reino Unido, estímulo seguido por medidas mais austeras. Pelo menos aqui na Europa, a esmagadora maioria dos economistas reconhece que a dose da austeridade imposta à Grécia foi totalmente desproporcional e do jeito que está não dá para continuar. Até o FMI (!!!!) reconhece isso. Mas esse tipo de comentário que ele fez serve bem pra espalhar ódio contra o governo. Mas não pra ajudar quem está ouvindo a entender a situação. Estímulo x Austeridade é um dos maiores dilemas da economia atual e não há consenso sobre o que é melhor ou pior. O The Inquiry da BBC, que o Marcos colocou o link abaixo, é excelente explicando isso. Vamos mandar o link pro Sardenberg?

      • É claro que eu não poderia ficar de fora dessa discussão, né Ulisses? 😉

        Na minha opinião essa dicotomia de Estímulo x Austeridade é um tanto irreal.

        O governo, a rigor, só tem duas fontes de recursos: impostos e empréstimos.
        Portanto, quando um governo cria pacotes de estímulos para a economia, ou usa o dinheiro que ele mesmo tirou da economia no passado, ou o dinheiro que vai tirar da economia no futuro, acrescido de juros.
        Como aumentar a carga tributária numa crise não faz sentido, todos os estímulos são feitos aumentando-se a dívida pública que, como você e o Max Keiser constataram, vem crescendo assustadoramente em praticamente todos os países.
        E quando os credores deixarem de ter confiança na capacidade de pagamento dos países, teremos uma Grécia atrás da outra.

        Uma crise é sempre um ajuste pendular de algum aspecto do mercado que ficou desequilibrado por um motivo ou outro. Se interferirmos externamente nesse ajuste de qualquer maneira, aumentamos a energia cinética desse pêndulo e damos impulso para que ele renove seu ciclo ao invés de permitir que o movimento perca força.

        Sei que esse assunto é controverso e sei que discordamos nesse aspecto, mas tive de deixar minha opinião de qualquer forma.

        Grande abraço e boa sorte em Londres com a greve (como está fazendo? usando Uber? hehehe, brincadeirinha…).

        • hahahaha estou usando minha bicicleta e meu carro híbrido (que aqui é acessível pra qq zé ruela como eu)! Uber jamais! Embora, admito aqui, cheguei a me registrar no AirBnB tempos atrás… O que eu acho curioso dessa história toda é que os credores dificilmente se dão mal, já percebeu? Todo mundo que emprestou para a Grécia está recebendo, a duras penas, mas está. Os últimos dois pacotes de socorro foram só para ‘repagar’ a dívida. E esse terceiro vai ser assim. Eu ouvi outro dia essa história de que os pacotes de estímulo do presente estão emprestando do futuro. E concordo, é verdade mesmo. E também entendo que outros países fiquem putos com o ‘mole’ que se está dando para a Grécia. Hoje tem um artigo bem interessante no Guardian sobre a revolta na Letônia e na Lituânia, que não tiveram nenhuma colher de chá. http://www.theguardian.com/world/2015/jul/09/poorer-than-greece-the-eu-countries-that-reject-a-new-athens-bailout

          • Muito interessante o ângulo do artigo, realmente.
            Trabalhamos no PR dentro de um regime cooperativista o que, guardadas as devidas proporções, apresenta certas similaridades com a União Européia. Há grandes disparidades de escala, de eficiência, de localização e de competência entre os cooperados, o que cria diversas discussões a respeito de como ajudar os menores ou aqueles em dificuldade sem sobrecarregar o restante dos associados. E a dificuldade está justamente em como as minhas dificuldades são vistas por aqueles que devem me ajudar. Imagine dois agricultores semelhantes, porém com uma diferença básica: um deles é extremamente conservador na sua administração, reinveste na fazenda, não vive além de sua capacidade e o outro é o oposto. Em anos de vacas gordas, tudo bem, ambos sobrevivem sem problemas, mas digamos que a gente tenha uma safra difícil, problemas climáticos e preços baixos derretem a rentabilidade e ambas as atividades dão prejuízo. Um deles tem uma boa reserva para continuar mas o outro entra com um pedido de ajuda financeira junto à cooperativa. Se ela não ajudar, provavelmente esse agricultor irá quebrar e terá de vender sua propriedade.
            Esse quadro é bastante simples, mas agora imagine toda a gama infinita de matizes e nuances possíveis entre as duas situações acima descritas, combinado com relações de amizade, rixas, parentescos, afinidades e senso de comunidade e você tem uma mini-UE.
            No final das contas todos estão melhores dentro do que fora da Cooperativa/UE (e as vantagens são proporcionalmente maiores para os menores), mas isso sozinho não garante o sucesso de ninguém.

            Abs.

  1. Fala pessoal, bora:

    Filmes:
    Hot Girls Wanted
    (Netflix) – https://www.youtube.com/watch?v=o2dQojRHX9Q

    Drive (Netflix) – https://www.youtube.com/watch?v=2J94JRSTcMY

    Notícias:
    BBC PRI – The World
    http://www.pri.org/programs/the-world

    Podcasts:
    WTF with Marc Maron Podcast episode 613 – Barack Obama http://www.wtfpod.com/podcast/episodes/episode_613_-_president_barack_obama
    https://www.youtube.com/watch?v=2Iratl1DObU

    Fresh Air – On Marc
    Maron http://www.npr.org/2015/06/27/417431825/fresh-air-weekend-marc-maron-on-obama-nycs-public-library-art-forgery

    SERIAL – SEASON 2!!!
    (soon!) – http://serialpodcast.org/posts/2014/11/there-will-be-a-season-two-of-serial-thanks-to-everyone-who-donated

    BBC – The Inquiry – Would Greece Be Better Off Out of the Euro? – http://www.bbc.co.uk/programmes/p02tv4v4
    BBC – The Inquiry – Has Autherity works? – http://www.bbc.co.uk/programmes/p02vdbjk

    Música
    Kavinsky – Night Call https://www.youtube.com/watch?v=TEFKZ-7x7xU

  2. Caros Senhores da Guerra.

    Belíssimo programa! A ideia de inciar pelo fantástico discurso do Obama foi perfeita, a discussão a respeito da política (ou politicagem?) brasileira foi bastante relevante e equilibrada e a análise da situação grega foi bastante interessante.

    Gostaria, porém, de fazer uma observação com relação aos diagnósticos feitos de diversos países da União Européia.

    Citou-se, por exemplo, que a zona do Euro foi muito mais favorável à Alemanha do que a Portugal ou à Itália tomando como base que na primeira houve um crescimento do PIB per capita e nos outros uma estagnação ou até retrocesso no mesmo período.
    Porém essa análise só seria possível se dispuséssemos de um universo paralelo onde não existisse o Euro.
    Sem esse comparativo é impossível afirmar se a situação de Itália e Portugal não estariam muito piores sem o Euro, ou até se a Alemanha não teria prosperado ainda mais com a manutenção do Marco.

    Apesar da observação acima, vou me arriscar em uma análise da Grécia em comparação com o Brasil baseada no que andei lendo e escutando sobre o assunto.

    Como vocês bem ressaltaram, os dois países tem diversas semelhanças econômicas e políticas.

    Minha tese é a seguinte: a Grécia, antes de entrar na União Européia, era um país com uma moeda relativamente fraca, pouco industrializado, com um certo nível de corrupção e inchaço da máquina pública, em suma não tão atraente a investimentos externos, exatamente como o Brasil. Por isso era obrigado a pagar juros mais altos quando precisava de dinheiro externo, o que mantinha o endividamento relativamente em cheque.
    A partir do momento em que entrou na zona do Euro, de uma hora para a outra ficou com uma moeda forte e teve acesso a juros muito mais baixos do que o justo para um país com suas características.
    Nesse momento, se o governo e a população tivessem tido o bom senso de aproveitar essas vantagens e os bons ventos que impulsionavam a economia global para investir em reformas básicas, em infra-estrutura, em projetos de industrialização atrativos a investidores estrangeiros, a Grécia hoje estaria melhor do que nunca.

    Porém, como ficou dolorosamente claro, o país não estava preparado, e todo esse acesso a crédito repentino foi usado de forma irresponsável, imediatista e populista.
    O resultado é que hoje a situação é muito pior do que se a Grécia nunca tivesse participado da UE.

    No Brasil também vivemos aquele momento de euforia mundial que nos ajudou muito, assim como a Grécia.
    Porém, como o Brasil não teve essa “sorte” de se ver de repente com um crédito abundante e barato, não teve também a “oportunidade” de se afundar além da conta e, por mais grave que pareça a crise nacional, a saída sem dúvida é mil vezes menos amarga do que a grega.

    Fiz toda essa análise porque penso que a responsabilidade pela crise grega, na minha concepção, é primordialmente da própria Grécia, ao contrário do que transpareceu na discussão do podcast. É claro que o povo grego provavelmente não tinha como fazer essa análise e exigir atitudes mais condizentes, mas os governantes sem dúvida arcavam com essa responsabilidade e nada fizeram, ou pior, agiram contra o próprio país.

    Claro que a responsabilidade do credor é verificar a capacidade de pagamento do devedor e o risco de calote deve recair inteiramente sobre o primeiro, porém não considero a Europa ou a Alemanha como causadoras da crise nem corresponsáveis por ela. Se houver um pacote de ajuda, será porque a avaliação do risco do fim do Euro é mais assustadora e preocupante do que um novo empréstimo ou um até um perdão.

    Grande abraço.

    • Concordo com a sua análise, Karl. Na verdade, o que queríamos dizer é que precisamos olhar para os dois lados da moeda e não apenas colocar a culpa na Grécia. Se a Crefisa me empresta um milhão de reais pra comprar um carro, ela tem que saber que o risco de calote é gigantesco. E, como vc disse, a conta também cai pra ela. Agora, sem dúvida alguma o principal culpado é o governo grego dos anos passados (e não o Syriza que chegou no bonde agora). No Brasil a oportunidade perdida é semelhante. A onda das commodities não foi surfada na plenitude que gostaríamos, embora tenha proporcionado avanços incontestes na distribuição de renda. Agora, na minha opinião, esses pacotes de ajuda eles estão servindo apenas aos grandes credores, leia-se Alemanha. Não é no mínimo bizarro ver a Alemanha, principal credor da Grécia, decidindo se os gregos merecem ou não receber socorro financeiro pra pagar a dívida que em última instância é dela mesma? E quando a gente diz que a Alemanha é quem mais lucra é porque o dinheiro emprestado também foi utlizado pra importar produtos que vieram da… ALEMANHA! É um ciclo complicado de se romper, mais ou menos quando o sujeito entra no cheque especial. Se tiver um tempo, assiste essa conversa entre dois economistas daqui sobre o caso da Grécia que está bacana. Eles chegam a citar que só os alemães estão ganhando (e eles são brokers, não são do tipo Max Keiser hahahaha). Abração! https://woodfordfunds.com/tale-two-bubbles/

      • Concordo que no caso da Grécia só a Alemanha saiu ganhando, mas essa não era a intenção da Alemanha nem da Europa, muito pelo contrário. Devo lembrar aqui que não se trata de um jogo de soma zero, muito pelo contrário. Se a Grécia tivesse adotado as medidas necessárias na época (tudo o que já citei acima) ela estaria muito bem e a Alemanha teria lucrado muito mais.
        A Grécia não está mal porque a Alemanha lucrou. A Grécia está mal porque usou o dinheiro da Crefisa pra comprar carro de passeio ao invés de aplicar no seu negócio. E hoje culpa a Crefisa.
        Apesar de que, nesse caso, a Alemanha está mais para Casas Bahia, que oferece financiamento para comprar seus próprios produtos. 😉

        Só lembre que o jogo não é de soma zero. Todos podem sair ganhando, mas depende das atitudes de cada um.

        Abraços.

        • Aliás, esse talvez é um dos motivos porque o povo alemão está tão contrário à novos auxílios. A Alemanha teria lucrado muito mais se a Grécia tivesse conseguido se erguer com todo o dinheiro que foi oferecido.

  3. Rapazes, que assunto complicado. Uma semana depois, estamos aqui ainda falando do assunto Grécia… O que me espanta é que no referendo foi dito um sonoro “não”, e hoje vemos uma notícia que reflete na decisão do Alexis Tsipras de aceitar as condições pra se manter na zona do euro: uma greve de 24h convocada por um sindicato grego. Ou seja, na hora de falar grosso, o primeiro-ministro arregou.

    Espero o próximo com casos como esse que citei e essas buscas e apreensões da Lava Jato que pegaram até o Collor (que eu não elegeria nem pra síndico do meu prédio).

    []’s e continuem com o ótimo programa.

    • Olá, Tiago. Sim, é isso mesmo, o artigo classifica as medidas como “Catálogo de Atrocidades” ou melhor ainda, “Catálogo de Crueldades” pois existe um componente meio sádico na palavra “grausam”.
      O foco do artigo é especialmente o posicionamento do Ministro das Finanças alemão Wolfgang Schäuble, que é um representante clássico da centro-direita alemã.
      É bom lembrar que o “Der Spiegel” é a mais esquerdista das revistas alemãs de grande circulação.
      Há opiniões bastante divergentes dentre a população e nos meios de comunicação, assim com acontece com quase qualquer assunto polêmico e é possível achar um artigo de um jornal ou revista relevante defendendo qualquer ponto de vista nessa questão.

  4. Então vamos lá, continuar a discussão do Twitter com @PodcasNBW e @flugdesicaro:

    A Grécia já tem uma dívida impagável na situação atual e uma nova ajuda sem mudanças muito drásticas na sua postura só agravariam o quadro, sem dúvida.

    Porém muitos argumentam (com razão) que, mesmo adotando todas as medidas de austeridade exigidas, a dívida grega ainda seria insustentável, e grande parte das críticas à posição intransigente da Alemanha vem desse fato: porque exigir tanto da Grécia se já se sabe que a única solução possível precisa passar por uma “reestruturação da dívida” que é só um eufemismo para um perdão parcial.

    E é justamente esse perdão que é praticamente impossível de sustentar politicamente nesse momento, não só na Alemanha como na grande maioria dos países da UE.

    É bom lembrar também que medidas drásticas de austeridade são inevitáveis para a Grécia, ela permanecendo ou não na Eurozone.

    Então faz todo sentido político e econômico exigir austeridade absoluta. De um lado o pacote da ajuda torna-se assim pelo menos defensável internamente pelos governos da Europa, e de outro mira-se no menor déficit possível no futuro.

    É quase certo que, mesmo que a Grécia aceite a ajuda e implemente todas as medidas, a Europa, em algum momento, terá de perdoar parte da dívida para que a Grécia realmente sobreviva, mas é óbvio que esse perdão deve vir depois e não a priori.

    A chanceler Merkel está, no momento, sofrendo muito mais críticas internas sobre sua determinação em ajudar a Grécia do que o contrário, mas sempre vão existir opiniões de todos os lados em todos os países. Essa é a benção e a maldição da internet. Mas penso que é muito importante avaliar e pesar as diferentes opiniões e balancear estas com os fatos e interesses envolvidos.

    Grande abraço.

    PS.

    O artigo do jornalista portugês compartilhado pelo @PodcsatNBW no Twitter não é uma crítica e sim um ataque vil e maldoso à postura da Alemanha nessa negociação. Críticas são sempre interessantes, mas esse artigo específico, que compara as medidas econômicas exigidas pela Europa a uma invasão militar e a um ataque à soberania da Grécia é digno dos tempos da propaganda nazista. Mas, de qualquer forma, se a Alemanha realmente transformasse a Grécia no seu 17º Estado (sem direito a voto, obviamente), muitos gregos agradeceriam imensamente… 😉

    • O único trunfo real da Grécia hoje é a determinação de alguns líderes europeus, e em especial da chanceler alemã (contra a posição majoritária do seu próprio partido), de manter a União Européia intacta, mesmo a um alto custo.

      • Karl, concordo com os pontos que você apresentou aqui e que basicamente é o que estávamos discutindo no Twitter, mas como falei lá, considero a Grécia sendo a culpada e causadora da crise, porém o restante da UE em especial da Alemanha como responsáveis pelo agravamento. No fundo, se os gregos tivessem utilizado bem a oportunidade que tiveram, nada disso teria acontecido. Mas agora me surgiu uma outra dúvida, porque é tão importante assim que a UE se mantenha unida pela Eurozone??? Porque não se pode abandonar esse modelo e ‘voltar’ ao que era antes da moeda única?

        • A questão da Europa é muito maior do que só a zona de livre comércio ou a moeda única.

          A história conturbada do velho continente, recheada de guerras, rixas históricas, negociatas, fronteiras em constante mutação e, em especial, as duas grandes guerras fizeram florescer essa ideia de uma Europa unida na cabeça de muitas pessoas influentes no período pós-guerra.

          Foi nesse período que se iniciaram as primeiras conversas de tratados de cooperação e de integração, principalmente entre França e Alemanha, as duas nações mais beligerantes e com mais contas a acertar, mas que já previam uma multilateralidade que foi, com muito custo e esforço, evoluindo lenta e constantemente até chegar a UE hoje e que, muitos especulam, deve vingar em algo como um “Estados Unidos da Europa”.

          Essa ideia é extremamente cara a praticamente todos os europeus hoje, aos mais velhos especialmente pelas lembranças ainda vívidas da Segunda Guerra e suas consequências, e aos mais novos pelas oportunidades que essa integração trouxe e ainda traz. Tanto que esse período pós-guerra, se não me engano, é o mais pacífico e tranquilo na história da Europa e é possível argumentar que, se não houvesse tido essa aproximação, poderíamos ter visto uma terceira guerra.

          Tem um Podcast de um sujeito chamado Tim Pritlove, que é um britânico que adotou Berlim como lar, cujo nome é “Fokus Europa” (sim, é em alemão, infelizmente) e tem como objetivo justamente discutir o que é a Europa.
          Os dois primeiros episódios, de 1 hora e meia cada, são dedicados exclusivamente à essa análise de como surgiu e qual a importância da UE.
          http://fokus-europa.de/archiv/

        • Existe também, claro, uma razão econômica muito forte para a insistência na manutenção do Euro que é a grande vantagem que trás o livre comércio para todos os países envolvidos.
          É verdade que as vantagens são maiores para países mais estruturados, eficientes e industrializados, mas isso é o bônus que estes recebem justamente por sua organização e eficiência.

          DISCLAIMER PARA OS TEMPOS ATUAIS: Não estou afirmando que uns países levam vantagem SOBRE outros. Estou dizendo que todos eles prosperaram mais com a UE do que teriam sem ela, mas que houve uns que prosperaram mais, com é comum em um sistema que premia pela geração de valor.

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