NBW 061 – INEXORÁVEL 15/07/2015

TWO-YEARS-AND-COUNTING

Em tempos tão efêmeros como estes que vivemos, há o que se comemorar por atingir a marca de dois anos de vida. Por isso, resolvemos fazer um episódio semi-especial do NBW nesta semana. Um pouco mais longo que o habitual. Um pouco mais emocionante – para quem fala – que o usual.

Nesta edição olhamos para trás e voltamos em alguns assuntos que foram abordados nas outras 60 edições e refletimos sobre o que (não) mudou no Brasil e no mundo de lá para cá.

Dizem que o tempo é o inexorável da vida. Mas se não é possível escapar dele, que ao menos celebremos o seu passar.

Beijo pra todos e MUITO obrigado por estimularem a existência deste podcast por tanto tempo assim!

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14 COMENTÁRIOS

  1. Não me perguntem como, mas creio que já faz um ano desde que descobri o podcast e faço questão de acompanhar assiduamente e se possível ouvir assim que é lançado. E incomodar bastante no twitter hehehehe. Tenho aprendido muito com as discussões e tem ampliado bastante a minha visão de mundo e cultura.
    Com muito entusiasmo desejo parabéns a vocês três, André, Barata e Ulisses. Continuem com o excelente trabalho, com os ótimos debates e as ótimas indicações.
    Vida longa e próspera aos Senhores da Guerra, como diz o Karl e que venham mais uns 20 anos de podcast ( vai ter muuuuito assunto pros próximos 20 anos hehehehe).
    Abraços, muito sucesso a parabéns mais uma vez.

    • Valeu demais pelo apoio e incentivo, Icaro! Obrigado mesmo pela audiência e por sempre contribuir nas nossa discussões! Sem dúvida, também aprendemos bastante com todos e nossa visão tem ficado mais afiada neste período! Abração!

  2. Caros Senhores da Guerra!
    Faço minhas as palavras do Ícaro.
    Parabéns e continuem por muito tempo!
    Muita sorte aos três.

    • Karl, sem palavras! Apesar de vc ser fã incondicional do Uber, a sua audiência é muito querida por todos nós! hahahaha abração!

  3. Descibri no episódio 18 se não me engano, respondendo a pergunta feita no episódio pelo Ulisses eu acredito que não seja nem mais investigação nem mais corrupção acredito que existe muito mais divulgação de tudo então acaba se revelando mais casos de corrupção e como pega muito mau não fazet nada tem mais casos de punição.

    • Fala Homero! Seu ponto vai na mosca. A questão, portanto, é: por que existe mais divulgação? Evolução natural da mídia ou certa má vontade com o partido no poder? Assista a essa entrevista do Fernando Rodrigues, um dos baluartes do jornalismo investigativo do Brasil e veja o que ele conta dos escândalos revelados por ele na Folha durante o governo FHC. A partir do minuto 36’40”. Depois me diz o que vc acha… Abração!

      • Cara não sei se encontrei a entrevista certa é uma que ele fala sobre a compra de votos na emenda da reeleição, e essa divulgação maior acho que tem um pouco dos dois pontos por exemplo eu estou agora falando diretamente com um produtor de conteudo antes dos anos 2000 isso era quase impossivel mas sim tambem vejo que meios de comunicação tratam casos de corrupção de maneira diferente dependendo do partido que esta no governo. E eu não quero fazer coro aqui com o discurso midia golpista.

  4. Ouço sempre vocês, ainda não tinha vindo aqui, mas esse podcast… que coisa maravilhosa!
    Legal demais ouvir vocês, as opiniões de vocês (mesmo que eu nem sempre concorde), aprendo muito e algumas coisas ficam muito mais claras depois de vocês.
    Espero que continuem por muito tempo! Aliás, obrigada por me lembrarem como Live Forever (e Oasis, claro) é maravilhosa, estou ouvindo em loop eterno, hahaha!

    Fiquem, fiquem sempre! Beijo.

    • Valeu, Pamella! Essa música é um hino da nossa molecada. Sabe aquela galera bêbada se esgoelando no final da festa. Pois é, era só colocar essa música… hahahaha Abração!

  5. Saudações meninos da guerra!
    Parabéns pelos 2 anos de podcast!

    Acho que comecei a escutá-los em janeiro de 2014, e me lembro muito bem que gostei de ver questões internacionais discutidas, tanto as ditas grandes questões, como as que parecem pequenas (como o fechamento de uma ponte numa cidade) e que mostram que algumas coisas não são exclusivas do Brasil, mas sim coisas que seres humanos fazem quando tem algum tipo de poder e não são devidamente fiscalizadas pela população.

    E bem, que venham mais 2, 4, 6, 8, 10…. infinitos anos de podcast informativo e de bom nível

    abraços

    • Valeu, Nilda! Obrigado por acompanhar a gente há tanto tempo e dar essa força pras nossas discussões! Abração!

  6. Pessoal,

    Acho que nesse podcast alguém comentou algo sobre a ocupação das Arenas após a copa, com destaque para a Arena da Amazônia. Gostaria de saber a fonte da informação para mais detalhes.
    Valeu

    • Fala, Klessius. Aqui vai uma fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2014/12/1562122-apos-copa-do-mundo-publico-esvazia-novos-estadios.shtml Veja que nesta tabela, a Arena da Amazônia aparece com a terceira maior ocupação, embora o número de eventos seja bem menor que outros estádios, é verdade. Mas neste caso, só foram contabilizados os jogos oficiais. E ocorreram outros eventos no estádio, seja de culto religioso, ou mesmo torneios amistosos de futebol. Grande abraço!

      • Oi Ulisses,

        Obrigado pela resposta.

        Acho bom salientar algumas peculiaridades sobre a Arena.

        De fato, os jogos ocorridos lá possuem uma boa média de público. Entretanto são quase sempre jogos de times de outros estados que são trazidos para cá para aproveitar a grande base torcedora de times como Flamengo, Vasco e São Paulo. Os jogos do campeonato estadual por ex. não ocorrem na Arena pois os times locais não tem condições de bancar os custos. No campeonato estadual nenhum time teve média superior a 1.000 torcedores por jogo. Exceção feita à final, que ocorreu na Arena com público de 6.787 pessoas (capacidade de 44.351).

        Há sim outros eventos na Arena com frequência, mas provavelmente eles ocorreriam de qualquer forma, pois ao lado (isso mesmo, exatamente ao lado) da Arena há o sambódromo, que além de ter capacidade para cerca de 100 mil pessoas possui um formato muito mais favorável para a realização de shows e outros eventos. Trazer eventos para a Arena em detrimento ao sambódromo é uma forma de mascarar esse nosso elefante branco.

        Por último gostaria de dizer que gosto muito do podcast, abraços a todos!

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